O norte-americano Sam Schmid deixou o estado de coma horas antes dos médicos de um hospital em Phoenix desligarem os aparelhos que o mantinham vivo. Estudante de 21 anos na Universidade do Arizona, ele sofreu um acidente de carro no dia 19 de outubro de 2011 e estava sob os cuidados do Instituto Neurológico Barrow no Centro Médico St. Joseph. As informações são do telejornal "Good Morning America".
Após o acidente, os ferimentos do jovem eram tão graves que o hospital em Tucson, a cidade onde ocorreu o acidente, não tinha condições de tratá-los. Transferido para a capital do estado, Phoenix, Schmid passou por uma cirurgia para cuidar de um aneurisma -- uma dilatação na parede das artérias do cérebro -- que poderia matá-lo. Ele ainda teve a mão esquerda e dois fêmures quebrados. A batida ainda deixou um amigo e colega de quarto morto.
A cirurgia controlou o aneurisma, mas o paciente não apresentava sinais de melhora. Desesperançosos com as chances de Schmid sobreviver, os médicos acreditavam que o norte-americano caminhava para uma morte cerebral. Para o neurocirurgião Robert Spetzler, conhecido nos Estados Unidos e responsável por mais de seis mil operações, a recuperação repentina foi quase um milagre.
Professor do médico que cuidou da congressista norte-americana Gabrielle Giffords em janeiro, Spetzler lista os problemas no cérebro de Schmid: aneurisma, hemorragia e um derrame que não chegou a afetar as áreas mais vitais do órgão.
Mas o médico desconfiou do fato de Schmid não ter apresentado lesões mais sérias e solicitou exames de ressonância magnética. Os resultados mostravam que as áreas críticas do cérebro não estavam escurecidas -- sinal de que houve morte cerebral -- o que fez Spetzler manter Schmid vivo por mais algum tempo.
Enquanto os médicos discutiam o delicado tema da doação de órgãos com a família, Schmid mexeu dois dedos. Agora, ele já consegue caminhar com ajuda de um andador e sua voz, apesar de lerda, melhora a cada dia. A equipe que cuida do norte-americano crê que ele terá uma recuperação completa.
Ao falar pela primeira vez após o acidente, Schmid diz não se lembrar da batida e afirma somente se lembrar do momento em que "acordou" no hospital. O jovem universitário agora espera poder passar o Natal com a família, longe de um centro médico.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Mais que um simples Carpinteiro.

“Admiravam-se, dizendo:
De onde lhe vêm estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? Como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria...?"
(Marcos 6:2-3)
Jesus Cristo, o filho de Deus, tornou-se homem para cumprir sua missão de Salvador dos homens. E, para identificar-se realmente conosco, o Redentor também escolheu uma profissão: a de Carpinteiro!
De tantas ocupações de sua época, porque Jesus escolheu ser um carpinteiro? Não poderia Jesus ter sido um pescador, já que todo o seu ministério esteve envolvido com pescadores galileus? Por que exatamente um carpinteiro?
Talvez porque a arte da carpintaria seja uma figura da obra de Deus na vida dos homens.
Vejamos:
A arte do carpinteiro: fabricar, construir ... de um pedaço qualquer de madeira, o carpinteiro podia fabricar ou construir peças de grande utilidade.
Suas mãos santas constroem nossas vidas. Desse modo, ninguém que, tendo sido tocado por Jesus, é imprestável; todos tem valor no Reino de Deus!
A arte do carpinteiro: entalhar - uma das obras que o carpinteiro fazia era o entalhe em madeira. Era a sua obra de arte. A criação do mundo é a obra do grande artesão - Jesus Cristo: "todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez". Jo 1:33.
A obra do carpinteiro: consertar - Os pecados nos quebram:"Estou gasto e muito esmagado..." Sl 38:8.”
A vida nos quebra. Alguém disse:
“A vida é uma professora implacável: primeiro dá a prova e depois ensina a lição”.
"O diabo nos quebra: "O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir..." Jo 10:10. Nossas vidas precisam constantemente de reparos. E só Jesus pode verdadeiramente consertar as nossas vidas!
A grande maravilha, irmãos, é saber que o grande carpinteiro, JESUS CRISTO, continua o seu ofício - só que agora Ele trabalha em nossas vidas! Por isso, não há como dar espaços para o desânimo, a tristeza e a baixa-estima!
Nós temos valor! Na verdade, somos a obra de arte do Senhor: "Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras..." Ef 2:10.
Portanto, andemos em novidade de vida!
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Parque do Ingá.

O Parque do Ingá é um dos principais atrativos de Maringá. Está localizado na região central de uma das cidades mais arborizadas do país.
Há alguns anos, muitas pessoas de todo o Brasil e até mesmo de outros países se aventuraram por aqui e ficaram encantadas com o parque. Com sua fama ajudou o município a tornar-se uma cidade turística.
O parque sempre chamou a atenção por conter animais selvagens e um belo lago central, o qual divertia a todos com seus pedalinhos. Entretanto, com o tempo, muitos dos animais foram adoecendo por conta do estresse. Estes viviam em jaulas muito pequenas e, de certa forma, distantes da natureza. Enquanto isso os pedalinhos foram suspensos, já que o nível da água baixou muito nessa época.
Durante uns três anos o parque ficou fechado. Decidiram revitalizá-lo. Maringaenses e turistas tiveram que se contentar em vê-lo somente pela parte de fora até algum tempo atrás.
Há alguns meses, o parque foi reaberto e trouxe consigo alegria para muitas famílias. Encontrava-se com diversas novidades como, por exemplo, estátuas de animais, já que os sobreviventes foram enviados para zoológicos com infraestrutura adequada. O lago voltou ao normal e estão até pensando em trazer os pedalinhos de volta!
Maringá sempre foi uma cidade bela, com parques maravilhosos como este. Foi necessário quase perdê-lo para vermos o quanto ele era importante para nós e para tantas outras pessoas. A natureza é um presente divino e devemos cuidar dela da mesma forma que cuidamos dos nossos lares e de nossas famílias. Que o Parque do Ingá permaneça vivo por muitos anos para que nossos netos, bisnetos e tataranetos se divirtam tanto quanto nos divertimos.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
O Senhor conhece os seus.
(2 Timóteo 2:19)
Marvin Rosenthal, escrevendo em "Israel, Minha Glória," conta sobre uma mãe que, atendendo a um recenseador, ouviu a seguinte pergunta: "Quantos filhos a senhora tem?" Ela respondeu: "Bem, tenho Billy, Harry, Martha e..." "Não
importa os nomes," o homem interrompeu, "Só quero saber o
numero!" A mãe mostrando indignação, respondeu: "Eles não
são números, eles todos tem nomes."
E assim também o nosso relacionamento com Deus. Ele nos
conhece pelo nome. Não há um só de seus filhos que seja
desconhecido para Ele. Está sempre ao nosso lado, pronto a
estender a mão e nos abracar. Conhece nossas virtudes e
nossas fraquezas. Incentiva-nos na busca dos objetivos e
consola-nos cada vez que fracassamos em nossas tentativas.
Não somos e jamais seremos um número para Ele. Como o Bom Pastor, reconhece-nos pela voz, pelo andar, pelo respirar, pelo olhar dirigido aos Céus. Ele nos ama e nos tem em alta consideração. Mesmo quando enfrentamos situações adversas, podemos estar certos que esta ali, bem perto, olhando para nós. Quando choramos, chora conosco, quando sorrimos, alegra-se com a nossa felicidade.
Se nos sentimos sós e rejeitados, lembremo-nos que Deus está logo adiante, chamando-nos pelo nome e prometendo ajudar-nos a superar o momento de crise. Se os nossos planos estão indo por água abaixo e pensamos em desistir, Ele nos afaga a cabeça e, mais uma vez, chamando-nos pelo nome, nos incentiva a prosseguir porque a vitória não tardará.
Não podemos pensar que Deus não se importa conosco ou que nos abandonou. Ele não apenas nos conhece pelo nome como até a quantidade de fios de cabelo que temos na cabeça lhe são conhecidos. "E até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados."
(Mateus 10:30)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
A semente e o Fruto.
A natureza sempre nos oferece grandes e belos ensinamentos,
basta que prestemos atenção nos mínimos detalhes.
É o caso, por exemplo, da semente e do fruto.
E, quando falamos em semente e fruto, logo nos vem à mente
a germinação das sementes de trigo, milho, feijão entre outras.
Mas não são só essas sementes que nascem e frutificam.
As sementes do bem e do mal que espalhamos germinam também
com toda certeza e precisão.
Há sementes de germinação rápida, como a da couve, por exemplo,
e há outras de germinação lenta, como a do carvalho.
Todas, porém, nascem, crescem e dão fruto em seu devido tempo.
O mesmo acontece com a sementeira do bem e do mal.
Algumas sementes nascem de pronto, outras são de germinação
tardia.
A terra não guarda nenhuma semente viva em seu seio: todas as
que ali são lançadas dali surgem com seus respectivos frutos.
Fenômeno semelhante ocorre no terreno espiritual: o bem ou o mal,
a verdade ou a mentira, o amor ou o desamor, a justiça ou a
injustiça, uma vez semeadas, nascerão fatalmente e darão frutos
conforme suas respectivas espécies, uma árvore boa não dá frutos
maus e uma árvore má não pode dar bons frutos. E não se colhem
figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos.
Tudo isso quer dizer que o que semeamos hoje, colheremos logo
mais, assim como a colheita de hoje resulta do plantio feito
no passado, que pode ser próximo ou remoto.
É por essa razão que são necessárias várias existências para
plantar e colher, preparar o solo e semear novas sementes.
E essa lei de causa e efeito, ou de ação e reação, tem por
finalidade o progresso intelectual e moral do homem.
Quando colhemos os frutos amargos das semeaduras infelizes,
aprendemos a selecionar melhor as sementes para os plantios
futuros, e é isso que Deus espera de cada filho seu.
Portanto, pela semeadura de hoje podemos precisar como será
nossa colheita futura.
Afinal, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Tratemos, pois, de tomar os devidos cuidados com as sementes
que estamos lançando no solo nos dias atuais.
@glpinheiro.com
basta que prestemos atenção nos mínimos detalhes.
É o caso, por exemplo, da semente e do fruto.
E, quando falamos em semente e fruto, logo nos vem à mente
a germinação das sementes de trigo, milho, feijão entre outras.
Mas não são só essas sementes que nascem e frutificam.
As sementes do bem e do mal que espalhamos germinam também
com toda certeza e precisão.
Há sementes de germinação rápida, como a da couve, por exemplo,
e há outras de germinação lenta, como a do carvalho.
Todas, porém, nascem, crescem e dão fruto em seu devido tempo.
O mesmo acontece com a sementeira do bem e do mal.
Algumas sementes nascem de pronto, outras são de germinação
tardia.
A terra não guarda nenhuma semente viva em seu seio: todas as
que ali são lançadas dali surgem com seus respectivos frutos.
Fenômeno semelhante ocorre no terreno espiritual: o bem ou o mal,
a verdade ou a mentira, o amor ou o desamor, a justiça ou a
injustiça, uma vez semeadas, nascerão fatalmente e darão frutos
conforme suas respectivas espécies, uma árvore boa não dá frutos
maus e uma árvore má não pode dar bons frutos. E não se colhem
figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos.
Tudo isso quer dizer que o que semeamos hoje, colheremos logo
mais, assim como a colheita de hoje resulta do plantio feito
no passado, que pode ser próximo ou remoto.
É por essa razão que são necessárias várias existências para
plantar e colher, preparar o solo e semear novas sementes.
E essa lei de causa e efeito, ou de ação e reação, tem por
finalidade o progresso intelectual e moral do homem.
Quando colhemos os frutos amargos das semeaduras infelizes,
aprendemos a selecionar melhor as sementes para os plantios
futuros, e é isso que Deus espera de cada filho seu.
Portanto, pela semeadura de hoje podemos precisar como será
nossa colheita futura.
Afinal, a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Tratemos, pois, de tomar os devidos cuidados com as sementes
que estamos lançando no solo nos dias atuais.
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